uma vivência — sistema nervoso, corpo, cerâmica

Corpo
em fluxo.

— fazendo as pazes com o medo.

Uma vivência para quem sente que vive em alerta — e quer devolver ao corpo a capacidade de entrar e sair desse estado.

01 · ponto de partida

A base de muitos problemas de saúde está no estado de alerta crônico que estamos vivenciando.

Não é que o corpo esteja errado — ele perdeu, em algum nível, a capacidade de se autorregular.

Essa proposta nasce exatamente desse ponto.

02 — o que acontece no corpo

Quando o alerta vira constante, o que era proteção começa a gerar desgaste.

Com a liberação frequente de cortisol, o eixo do estresse — o eixo HPA — permanece ativado. O que antes era resposta adaptativa começa a impactar o sono, a regulação hormonal e, ao longo do tempo, se conecta ao desenvolvimento de doenças crônicas.

cardiovasculares autoimunes oncológicas metabólicas distúrbios de sono
e se…

E se o problema não fosse o estresse em si, mas a forma como o sistema interpreta ameaça?

Se o cérebro aprende a ver perigo onde não há risco real, o corpo responde como se estivesse em risco — repetidamente.

03 — janela de oportunidade

Mudar a percepção de ameaça —
devolver ao corpo a capacidade de entrar e sair do estado de alerta.

sintomas

deixam de ser necessários — ou perdem intensidade

saúde

ganho real, não apenas redução de sintomas

funções

clareza, energia, performance — o corpo opera com mais eficiência

04 — como funciona

Um espaço onde teoria e prática caminham juntas.

01

Teoria breve

Começamos com uma explicação sobre os aspectos biológicos do medo — como o corpo responde, ativa e se regula.

02

Cerâmica

Práticas com o barro, aliadas a dinâmicas que ajudam a colocar no corpo aquilo que foi compreendido.

03

Acolhimento

Um ambiente seguro. Sem certo ou errado. Para experimentar, se expressar e encontrar novas respostas.

05 — a cerâmica

Uma prática milenar, presente em diferentes culturas — sempre associada à expressão, ao ritmo e ao contato direto com a matéria.

mãos no barro

No dia a dia, estamos pouco habituados a esse tipo de experiência. Vivemos na velocidade, no controle, na lógica. O barro propõe o oposto: pausa, presença e expressão sem necessidade de forma ou resultado.

Você não precisa ter habilidade manual. Não precisa ter experiência prévia.
Só precisa estar presente.

06 — quem conduz
retrato Mariana

Mariana

médica · endocrinologista — medicina funcional

Formada pela UFF, com residência em endocrinologia e atuação baseada em medicina funcional (IFM). Seu percurso nasce de uma busca pessoal: compreender, no próprio corpo, como estados de medo e alerta se manifestam — inclusive através das respostas hormonais — e por que nem sempre se resolvem apenas pela lógica.

retrato Milenna

Milenna

artista-ceramista

Cursou Artes Plásticas na UFRJ e conduz a prática com o barro através de um olhar sensível e técnico. Foi no encontro com Mariana que nasceu a ideia de unir a compreensão biológica e a prática da cerâmica em um único encontro.

07 — informações
Data
16 de maio
Horário
10:00
Local
Rua Alfredo Chaves, 29 — Humaitá
Investimento
R$ 290

Não se trata de deixar
de sentir medo.

Mas de permitir que ele não ocupe sempre o mesmo lugar.

Quero participar →
whatsapp · (21) 98355-4561