Mudar a percepção de ameaça —
devolver ao corpo a capacidade de entrar e sair do estado de alerta.
deixam de ser necessários — ou perdem intensidade
ganho real, não apenas redução de sintomas
clareza, energia, performance — o corpo opera com mais eficiência
Começamos com uma explicação sobre os aspectos biológicos do medo — como o corpo responde, ativa e se regula.
Práticas com o barro, aliadas a dinâmicas que ajudam a colocar no corpo aquilo que foi compreendido.
Um ambiente seguro. Sem certo ou errado. Para experimentar, se expressar e encontrar novas respostas.
Uma prática milenar, presente em diferentes culturas — sempre associada à expressão, ao ritmo e ao contato direto com a matéria.
No dia a dia, estamos pouco habituados a esse tipo de experiência. Vivemos na velocidade, no controle, na lógica. O barro propõe o oposto: pausa, presença e expressão sem necessidade de forma ou resultado.
Você não precisa ter habilidade manual. Não precisa ter experiência prévia.
Só precisa estar presente.
Formada pela UFF, com residência em endocrinologia e atuação baseada em medicina funcional (IFM). Seu percurso nasce de uma busca pessoal: compreender, no próprio corpo, como estados de medo e alerta se manifestam — inclusive através das respostas hormonais — e por que nem sempre se resolvem apenas pela lógica.
Cursou Artes Plásticas na UFRJ e conduz a prática com o barro através de um olhar sensível e técnico. Foi no encontro com Mariana que nasceu a ideia de unir a compreensão biológica e a prática da cerâmica em um único encontro.